domingo, 12 de setembro de 2010
O problema é meu, oras eu
Muitas vezes fiquei revoltado com a pouca importância que dão ao meu curso de graduação. Um curso praticamente morto e quase sem futuro para muitos. Isso aparentemente, óbvio. Contudo, o que constatei é que minha revolta é mais que banal, é injustificada. Afinal, as pessoas não têm a obrigação de saber o valor da minha futura profissão nem a sociedade tem o dever de dar um lugar especial para ela. Quem deve mostrar o valor, se houver, da filosofia e qual sua posição social são as pessoas da filosofia, não os de fora. Quem deve mudar as caras de repúdio somos nós da filosofia, não aqueles que nos olham com estranheza. O dever é nosso, não deles...
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